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	<title>CutucaCultura</title>
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		<title>Uma Clarice mais trivial, mas nem por isso superficial</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:39:23 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Marcela Maciel]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro pode ter sido lançado há quase de 6 meses, mas Correio Feminino tem méritos para ser comentado. Além de uma coletânea de artigos de jornal de Clarice Lispector, a obra mostra um outro lado da autora que muita gente não conhece. Clarice ingressou na imprensa em 1940, publicando contos, traduções e entrevistas na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=74&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro pode ter sido lançado há quase de 6 meses, mas Correio Feminino tem méritos para ser comentado. Além de uma coletânea de artigos de jornal de Clarice Lispector, a obra mostra um outro lado da autora que muita gente não conhece.</p>
<p>Clarice ingressou na imprensa em 1940, publicando contos, traduções e entrevistas na revista Vamos Ler! Isso chamou a atenção de Rubem Braga, que, em 1952, a convidou para escrever a página feminina de Comício. A princípio, é uma atividade impensável para a autora, conhecida por ter textos muito difíceis e muito ligada à subjetividade. Porém, ela aceitou o desafio. “Entre Mulheres” era o nome de sua coluna, assinada sob o heterônimo Tereza Quadros. Era para se proteger de críticas que poderia receber por publicar coisas tão longe da sua realidade literária.</p>
<p>O jornal não durou mais de 6 meses, mas não parou por aí. Com o nome de Helen Palmer, passou a escrever para o Correio da Manhã, entre 1959 e 1961, na coluna homônima ao livro recém lançado. Ao mesmo tempo, era a atriz e manequim Ilka Soares, em “Só para mulheres”, publicada no Diário da Noite. Além de textos das três colunistas, Correio feminino ainda conta com crônicas e contos inéditos de Clarice Lispector.</p>
<p>O conteúdo varia desde dicas de beleza, receitas caseiras, até conselhos situações do dia-a-dia e para conquistar um homem. Segundo Clarice, “mulher bonita é mulher feliz”. Organizada pela professora Aparecida Maria Nunes, a produção está divida em 5 partes: “Um retrato de mulher”, “Saber viver nos dias que correm”, “Retoques do destino”, “Aulas de sedução” e “Entre mulheres”.</p>
<p>É um livro que dá pra se interessar somente pela capa. À medida que os textos vão passando, o que se percebe é que a intenção de Clarice era muito mais que dar conselhos para as mulheres, mas fazê-las perguntar para si mesmas sobre quem elas são. Mesmo escritos há mais de 40 anos atrás, as críticas da autora são bastante atuais. No fundo, Tereza Quadros, Helen Palmer e Ilka Soares acabam provocando a mesma coisa que Clarice Lispector em seus romances e crônicas: uma reflexão profunda do que é ser mulher.</p>
<p><em>escrito por Marcela Maciel </em></p>
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		<title>Ele quer jogar, de novo</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Marcela Maciel]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou ao circuito brasileiro, no início do mês, o terceiro filme da série Jogos Mortais (Saw 3,2006). Mantendo um período de 1 ano entre as produções, Jigsaw (Tobin Bell) volta com planos cada vez mais complexos e repugnantes para testar suas vítimas. Quem pensava que ele tinha morrido estava errado. E com Amanda (Shawnee Smith), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=72&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou ao circuito brasileiro, no início do mês, o terceiro filme da série Jogos Mortais (Saw 3,2006). Mantendo um período de 1 ano entre as produções, Jigsaw (Tobin Bell) volta com planos cada vez mais complexos e repugnantes para testar suas vítimas.</p>
<p>Quem pensava que ele tinha morrido estava errado. E com Amanda (Shawnee Smith), sua aprendiz, engana a polícia e não é capturado. O manipulador por trás dos “jogos” está à beira da morte. Desta vez, quem entra no jogo é a Dra. Lynn Denlon (Bahar Soomekh). Ela é seqüestrada e feita refém por Jigsaw e deve mantê-lo vivo até Jeff (Angus Macfadyen) termine as tarefas a que foi subordinado. Correndo contra o relógio, Lynn e Jeff lutam para passarem por cada um de seus testes, sem saberem que ele tem um plano muito maior para eles.</p>
<p>O diretor Darren Lynn Bousman, no comando desde o segundo filme, é objetivo ao definir o longa-metragem: &#8220;Este filme é para os fãs. O segundo foi um festival gore com tripas para todo lado e não tinha muitos sustos. Acredito que ‘Jogos Mortais tem muito mais do que valia a pena nos anteriores &#8211; pegamos os melhores elementos dos dois primeiros e misturamos tudo. Tem muitos sustos e quebra-cabeças para os fãs desvendarem&#8221;, completa.</p>
<p>É, sem dúvida, o mais sangrento e assustador da série. O que mais encanta em toda a trilogia é a relação das vítimas de Jigsaw entre si. O espectador tenta adivinhar ao longo do filme qual o real propósito daquelas pessoas estarem todas juntas, sendo testadas ao máximo para garantirem sua sobrevivência. Tudo isso graças ao roteiro bem amarrado de James Wan e Leigh Whannell. Eles só pecam na asquerosidade dos testes a serem realizados. Tobin Bell também realiza um trabalho incrível como o protagonista (que não gosta de assassinos), ao convencer seus escolhidos a se sujeitarem a situações desprezíveis.</p>
<p>Já há planos para o lançamento de um quarto filme. Então se prepare, pois este não é o último jogo de Jigsaw.</p>
<p><em>escrito por Marcela Maciel</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/72/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/72/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/72/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=72&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Parque Lage, parque de arte</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Germano Penalva]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, patrimônio da União, o Parque Lage, situado no Rio de Janeiro, teve como seu primeiro proprietário Rodrigo de Freitas Melo, que vendeu a Antônio Martins Lage, em 1859, que o deixou por herança a seu filho, o armador Henrique Lage. Projetado inicialmente pelo paisagista inglês John Tyndale em 1840, o paisagista seguiu a tendência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=73&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, patrimônio da União, o Parque Lage, situado no Rio de Janeiro, teve como seu primeiro proprietário Rodrigo de Freitas Melo, que vendeu a Antônio Martins Lage, em 1859, que o deixou por herança a seu filho, o armador Henrique Lage.</p>
<p>Projetado inicialmente pelo paisagista inglês John Tyndale em 1840, o paisagista seguiu a tendência dos jardins europeus românticos. Nas décadas de 1920, 1930 e 1940 passarasm por uma reestruturação e nesse mesmo período foi edificado a residência do industrial Henrique Lage, onde hoje fica a EVA e o Café du Lage.</p>
<p>Entre os atrativos do parque, os visitantes podem desfrutar de uma gruta, um aquário com peixes de água doce, chafarizes, trilhas ecológicas, parques infantis e lagos. Próximo à mansão, tem-se acesso a um mirante com 50 metros de altura, de onde se pode ver a vasta vegetação do parque e palmeiras imperiais plantadas pelo primeiro proprietário. O parque conta com cerca de 60 vagas para garros e há um bicicletário logo na entrada.</p>
<p>Em 2002 o parque foi recuperado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através da Fundação Parques e Jardins. Os jardins foram reconstituídos e foram tirados toneladas de lixo acumulados durante muitos anos.</p>
<p><i>escrito por Germano Penalva</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/73/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/73/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=73&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Saara, aqui o preço é miudinho!</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Germano Penalva]]></category>

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		<description><![CDATA[O Saara começou em 1962, quando comerciantes do centro carioca resolveram se juntar e formar uma associação. Essa ganhou proporções e passou a englobar as ruas: Andradas, Buenos Aires, Alfândega e Praça da República. De segunda a sábado, o Saara recebe milhares de pessoas. Gente a procura de presentes, material para fazer artesanato, ingredientes e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=70&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/saara011.jpg?w=450" alt="saara011.jpg" />O Saara começou em 1962, quando comerciantes do centro carioca resolveram se juntar e formar uma associação. Essa ganhou proporções e passou a englobar as ruas: Andradas, Buenos Aires, Alfândega e Praça da República.</p>
<p>De segunda a sábado, o Saara recebe milhares de pessoas. Gente a procura de presentes, material para fazer artesanato, ingredientes e até produtos falsificados. Esse “mercadão” a céu aberto consegue atender gregos, árabes e troianos.</p>
<p>&#8220;Ou tem tudo de Papai Noel ou tem tudo de Festa Junina” disse Mariana Prado. O Saara, assim como os grandes shoppings, é um complexo sazonal. Segue as tendências das estações, das festas mais importantes e até da moda. Contudo, mantém uma diferença que alivia o bolso do consumidor. Ele consegue manter preços abaixo dos das lojas dos shoppings centers.</p>
<p>O Saara comporta de lojas até ambulantes, que nem sempre vivem em perfeita harmonia. Através da força do poder da polícia federal e civil, a Associação Comercial do Saara tenta tirar os ambulantes, que por não pagarem impostos, conseguem vender por um preço inferior ao das lojas. Mesmo assim todos lucram, pois o Saara sempre foi sinônimo de preço baixo. “Nesse período de fim de ano nossas vendas sempre aumentam e esse ano não está fugindo a regra. Mesmo a gente trabalhando com um produto específico, o oriental, e não trazendo produtos natalinos, nossas vendas já aumentaram. Nosso maior lucro é mesmo na semana de Natal.” Disse o gerente da loja Balisun, Raul Silva.</p>
<p>Nas calçadas, na porta do metrô, os vendedores para conquistar os clientes fazem de tudo. Utilizam-se de fantasias, criam frases, sobem em cima de bancos, gritam, fazem piadas. “Não é quatro reais, eu falei R$ 3,99.” O Saara é um dos principais postos de arrecadação de ICMS do Estado, com 1.200 lojas e 8.500 empregados. Em novembro e dezembro, para dar conta da demanda de compradores, são contratados mais 2.000 pessoas para trabalhar temporariamente de 60 a 90 dias. De acordo com o presidente da Associação Comercial do Saara, Ênio Bittencourt, o Saara espera em dezembro mais de dois milhões de pessoas circulando por dia na região.</p>
<p>O Saara, para quem vai de carro possui estacionamento rotativo pela Rua Presidente Vargas. Os pedestres podem chegar de ônibus ou de metrô. A Estação Uruguaiana possui 4 acessos que fazem ligação com as ruas Uruguaiana, Senhor dos Passos e Alfândega.</p>
<p><img src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/saara02.jpg?w=450" alt="saara02.jpg" /> </p>
<p><em>escrito e fotografado por Germano Penalva</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/70/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/70/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/70/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/70/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=70&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Arte no período romântico em Castela e Leão</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Em exibição no Museu Histórico Nacional, a exposição “Caminhos de Santiago” tem como objetivo ser um pequeno, mais significativo, percurso por algumas das manifestações artísticas, no período entre o século XI e o século XIII, que ocorreram ou chegaram a Castela e Leão. Estão expostas capitéis (parte superior das colunas) originais das igrejas de região, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=69&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em exibição no Museu Histórico Nacional, a exposição “Caminhos de Santiago” tem como objetivo ser um pequeno, mais significativo, percurso por algumas das manifestações artísticas, no período entre o século XI e o século XIII, que ocorreram ou chegaram a Castela e Leão.</p>
<p>Estão expostas capitéis (parte superior das colunas) originais das igrejas de região, estátuas-colunas, esculturas de madeira, cruzes de cobre etc. Todas as obras têm temática litúrgica, evidenciando quatro assuntos: “A luta entre o bem e o mal” (principalmente nos capitéis), “Virgem com o menino” (o nascimento e a infância de Jesus), “Cristo crucificado” e “Cristo triunfante”. Dentre as peças da exposição a de maior valor é o “Frontão esmaltado da Urna de Santo Domingo de Silos”, peça de madeira e cobre dourado com a representação de Cristo e seus apóstolos. Todas as obras têm placas de informação que mostram as especificações de origem e material (tipo de pedra, no caso dos capitéis).</p>
<p>A exposição possui projetores fixados no início e no final do percurso. Esses recursos audiovisuais apresentam um documentário que faz um “tour” virtual pelos caminhos de Santiago, falam de sua origem e de como a peregrinação influenciou no desenvolvimento da região. Outro recurso da exposição foi a utilização de maquetes de três igrejas construídas no período romântico (séculos XI, XII e XIII). Muito bem feitas e trabalhadas, as maquetes mostravam o exterior e o interior das igrejas expondo até os detalhes de coluna, onde se representavam as peças da exposição.</p>
<p>A exposição vai ficar no Museu Histórico Nacional (Praça Marechal Âncora, próxima a praça XV) até o dia 8 de Fevereiro de 2007. Aberta de terça a sexta feira das 10h às 17:30h e nos sábados, domingos e feriados das 14:00h às 18:00h. A entrada é gratuita.</p>
<p><em>escrito por André Luiz Martins de Mesquita</em></p>
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		<title>Crítica ao racismo</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 20:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme “Homens de honra” (“Men of honor”, 2000) narra a trajetória de Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.), um homem negro, filho de um agricultor de Kentucky, que desde sua infância sonha em se tornar mergulhador da marinha dos Estados Unidos. A história se passa na época em que o preconceito racial nas forças armadas americanas era praticamente institucionalizado. Depois de se alistar, Carl vai servir de cozinheiro em um navio, uma das poucas funções que eram permitidas aos negros naquela época. É nesse navio que ele conhece Billy Sunday (Robert De Niro), um mergulhador experiente que desacata ordens para salvar um companheiro do afogamento.</p>
<p>Quando Carl consegue entrar para a Escola de Mergulhadores Bayonne, se reencontra com Sunday, que vira o seu instrutor de treinamento. É nesse momento que o filme faz uma crítica mais severa ao racismo, mostrando as diferenças de tratamento entre Carl e os outros aspirantes brancos. O enfrentamento e superação das dificuldades se tornam o fio condutor da narrativa, mostrando-se extremamente persistente ele se transforma em um exemplo para os outros personagens. Em ótima atuação, Cuba Gooding Jr. consegue exteriorizar toda a carga emotiva do personagem, fazendo do filme um espelho da história real na qual se baseia. O desempenho de Robert De Niro não segue o de Cuba, apresenta-se de maneira discreta, sem explorar as possibilidades que o personagem lhe deu. O mesmo acontece com Charlize Theron (Gwen, esposa de Billy Sunday).</p>
<p>Com uma fotografia razoável (Anthony B. Richmond) e direção sem grandes méritos (George Tillman Jr. ), “Homens de honra” é valido por suas intenções de reflexão sobre o problema racista, através da história real do primeiro mergulhador negro da marinha dos Estados Unidos, e sobre a lição de vida que o personagem principal, Carl Brashear, dá ao enfrentá-lo.</p>
<p><em>escrito por André Luiz Martins de Mesquita</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/68/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/68/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/68/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=68&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Das festas para o sucesso</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 19:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Figueiredo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/publico-perto.jpg?w=450" alt="publico-perto.jpg" /><br />
A simpatia e o talento da banda Celebrare contagiaram o público da Lona Cultural de Vista Alegre, João Bosco, no último dia 18. Os vocalistas Marco Manela, Sylvia Galhardo, Fabíola Diniz, Ricardo Diniz e Emerson Mardhine (também baixista) cantaram músicas nacionais e internacionais que marcaram as décadas de 1970 e 1980, agitando os fãs de todas as idades em um show de duas horas e meia. No repertório selecionado pelos músicos estavam “I will survive”, “How deep is your love”, “Macho Man”, “Descobridor dos sete mares”, “Será”, entre outros. Um show que fez os presentes dançarem e se divertirem.</p>
<p>Durante o show, um imprevisto causou uma interação entre o grupo e seus fãs. Os holofotes se apagaram por superaquecimento e deixaram o ambiente totalmente escuro por alguns minutos, fazendo o público pensar que esse fato fazia parte do show, uma vez que o som não foi prejudicado. Porém a cantora Sylvia Galhardo interrompeu a apresentação e solicitou aos presentes que acendessem os celulares, provocando um efeito visual interessante. Ao fim do espetáculo, os artistas receberam os fãs no camarim com carinho e atenção, distribuindo autógrafos e tirando fotos.</p>
<p><img src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/camarim-fa.jpg?w=450" alt="camarim-fa.jpg" /></p>
<p>A banda carioca surgiu em 20 de agosto de 1994 com Marco Manela e Edu Lissovsky (baterista do Celebrare) que tiveram a idéia de formar um grupo para cantar em festas judaicas. Depois de um ano fazendo shows em eventos, em setembro de 1995, o empresário e então proprietário da antiga casa de espetáculos “Metropolitan” (hoje Claro Hall) Ricardo Amaral encantou-se com a animação do grupo e os convidou para a abertura do show de Barry White. Foi a primeira apresentação para o público fora das festas e, a partir de então, não pararam de fazer sucesso. A explosão aconteceu depois da gravação do primeiro DVD na casa de shows de Vicente de Carvalho “Olimpo” em 2004, principalmente na Zona Norte onde a banda é mais reconhecida.</p>
<p><img src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/macho-man.jpg?w=450" alt="macho-man.jpg" /></p>
<p>O segredo para a fama repentina, segundo Emerson Mardhine, é a escolha das músicas de sucesso dos tempos da disco music. O lema do Celebrare é fazer o público dançar. “A gente procura as músicas que sejam mais legais, que tenham uma mensagem, que façam dançar absurdamente. Celebrare é para dançar, esse é nosso foco principal: a música tem que ser dançante, tem que ser animada.”, diz Emerson. Para Ricardo Diniz, que junto com Fabíola Diniz entrou no grupo há quatro anos, “Celebration” é a música que transmite mais energia do público. “As pessoas curtem como se a música fosse brasileira, ela tem uma energia transcendental”, afirma Ricardo.</p>
<p>Para quem não conhece o Celebrare acesse o site <a href="http://www.celebrare.com.br/">www.celebrare.com.br </a>.Para quem procura esquecer os problemas e se divertir e gosta de música de qualidade e de dançar, uma boa dica é assistir ao show dessa banda talentosa. A próxima apresentação será na virada do ano, no clube Monte Líbano, a partir das 21h. <span><font face="Times New Roman"><img src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/show-do-celebrare.jpg?w=450" alt="show-do-celebrare.jpg" /></font></span></p>
<p><em>escrito e fotografado por Nathalia Figueiredo</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/63/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/63/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=63&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Uma visão inocente da Ditadura Militar</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Nov 2006 19:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nathalia Figueiredo]]></category>

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		<description><![CDATA[“O Ano em que meus Pais Saíram de Férias”, filme do diretor e roteirista Cao Hamburger, é narrado por Mauro (Michel Joelsas), um garoto de doze anos apaixonado por futebol que vê seus pais serem obrigados a fugirem da perseguição dos militares. O drama se passa no ano de 1970, época da conquista brasileira do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=62&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O Ano em que meus Pais Saíram de Férias”, filme do diretor e roteirista Cao Hamburger, é narrado por Mauro (Michel Joelsas), um garoto de doze anos apaixonado por futebol que vê seus pais serem obrigados a fugirem da perseguição dos militares. O drama se passa no ano de 1970, época da conquista brasileira do tricampeonato mundial de futebol e também a fase mais obscura da história do país: a ditadura militar. É nesse clima que o longa mostra, em uma visão ingênua, momentos de incompreensão, dúvidas, repressão e alegrias do jovem de família judia. </p>
<p>Mauro vivia em Belo Horizonte, Minas Gerais, com seus pais quando, inesperadamente, deparou-se com uma realidade difícil, separar dos pais para viver com seu avô Mótel (Paulo Autran) no Bom Retiro, bairro de São Paulo onde abriga imigrantes judeus, italianos, entre outras etnias. Porém, a morte súbita do avô faz as vidas de Mauro e Shlomo (Germano Haiut), judeu vizinho de Mótel, se cruzarem.</p>
<p>A esperança e angústia do menino pela ligação do pai e da mãe e a incansável espera pela volta deles são os cenários da realidade de muitas crianças que viveram na fase da ditadura. Com esses episódios, ele é obrigado a encarar a maturidade mais cedo, enfrentando obstáculos complexos da vida. “É um filme sobre exílio. Sobre as diversas formas de exílio, sobre como Mauro aprende que a vida é transitória e sobre como ele aprende a conviver e a sobreviver neste mundo.”, comenta Cao Hamburger, que trata os temas com sensibilidade e positivismo. “Assim como Mauro, nós também tivemos uma visão fragmentada da realidade. Este filme conta nossa história de certa forma.”, acrescenta o diretor que, como o personagem principal, viu os pais serem presos pelos militares, filho de pai judeu e mãe católica e foi goleiro durante a infância.</p>
<p>O longa foi exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2006, ganhando destaque entre os filmes apresentados no evento. Ganhou o Troféu Redentor de melhor filme (Júri Popular, no Festival do Rio) e o Prêmio do Júri – Menção Honrosa e Prêmio Petrobrás Cultural de Difusão – melhor filme de ficção, na Mostra Internacional de cinema de São Paulo. As filmagens foram feitas durante oito semanas e o orçamento custou três milhões de reais. </p>
<p>“O Ano em que meus Pais saíram de férias” é um filme envolvente para quem gosta de estudos relacionados ao período ditatorial brasileiro. É um drama sobre ausência, solidão e superação. Uma história de um menino que aprendeu a conviver com os exílios dos pais, a compartilhar momentos de tristeza e de alegria com um novo mundo desconhecido para ele, enfim, como viver e sobreviver. Para maiores informações, acesse o site </p>
<p><i>escrito por Nathalia Figueiredo</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/62/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/62/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/62/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/62/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=62&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ManoPenalva ESCREVE</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 20:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Germano Penalva]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolvi não fugir do campo das artes e mostrar um pouco do meu trabalho. Desde 2004, estudo os mitos e ritos, o que vem a intitular meu novo trabalho “Mitos, Ritos e Liberdade”. Acontece entre os dias quatro e trinta de dezembro, no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, uma exposição coletiva da Galeria de Arte Waldo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=36&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="right" src="http://cutucacultura.files.wordpress.com/2006/11/manopenalva00.jpg?w=450" alt="manopenalva00.jpg" />Resolvi não fugir do campo das artes e mostrar um pouco do meu trabalho. Desde 2004, estudo os mitos e ritos, o que vem a intitular meu novo trabalho “Mitos, Ritos e Liberdade”.</p>
<p>Acontece entre os dias quatro e trinta de dezembro, no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, uma exposição coletiva da Galeria de Arte Waldo Robatto. Estarei com duas de minhas obras da série &#8220;Mitos, Ritos e Liberdade&#8221;.  </p>
<p>Utilizo os símbolos das gaiolas e pássaros, que são metáforas da ambição humana e da superação de limites &#8211; claros e escuros da alma humana.</p>
<p>A noção de mito é complexa e abrangente, já que não está, exclusivamente, na esfera de povos primitivos ou culturas nascentes, mas existe em todos os tempos e todas as culturas como componente indissociável da maneira humana de compreender a realidade. O mito é, portanto, uma intuição compreensiva da realidade e uma forma espontânea do homem situar-se no mundo. As raízes do mito não se acham nas explicações exclusivamente racionais, mas na realidade vivida. Na relação entre homem e mundo, existe a fantasia e a imaginação. Na composição de meu trabalho dois mitos se sobressaem, o de Dédalo e o Mito da Caverna.</p>
<p>Com base em estudos da década de 1960 e 1970, notei que a arte produzida nesse período já não mais correspondia à Arte Moderna do início do século XX. Procuro uma linguagem simples que represente o cotidiano. Retrato questões que pousam desde os dilemas da liberdade humana até a preservação da vida humana e animal. Tenho como influência, além, dos mestres Waldo Robatto e Manoel Fernandes, o trabalho dos artistas Calazans Neto e Roberto Buler Max.</p>
<p><em>escrito por Germano Penalva</em></p>
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		<title>O novo gângster de Martin Scorsese</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 20:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cutucacultura</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme “Os infiltrados” (“The Departed”, título original) que estreou na última sexta-feira, 10, é mais um filme de gângster do consagrado diretor Martin Scorsese (“Gangues de Nova Iorque” e “Taxi driver”, entre outros). A história se passa em Boston, apesar de as gravações terem sido na maioria em Nova Iorque. A trama gira em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=35&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filme “Os infiltrados” (“The Departed”, título original) que estreou na última sexta-feira, 10, é mais um filme de gângster do consagrado diretor Martin Scorsese (“Gangues de Nova Iorque” e “Taxi driver”, entre outros). A história se passa em Boston, apesar de as gravações terem sido na maioria em Nova Iorque. A trama gira em torno de duas narrativas principais: a de um jovem policial que se infiltra numa gangue da máfia irlandesa e a de um integrante da mesma gangue que se infiltra na polícia estadual de Boston. Por conta disso, as histórias se entrelaçam, tornando-se mais complexas e interessantes.</p>
<p>A direção de Martin Scorsese, mais uma vez, foi determinante para o sucesso do filme. Ele conseguiu conduzir a narrativa de uma maneira bem clara para o espectador e, ao mesmo tempo, imprevisível. Mas seu maior crédito foi ter escalado Jack Nicholson para o papel do chefão da Máfia irlandesa,Frank Costello”. Nicholson apresentou um nível surpreendente de atuação, criou um personagem que foge completamente dos padrões normais dos filmes de gângster, é um personagem mais “humano” e por isso transmite um sentimento mais forte quando faz alguma crueldade. O resto do elenco teve uma atuação de razoável para boa (exceto Mark Wahlberg, no papel de que não conseguia passar nada além de uma raiva constante). Isso foi mais um êxito do diretor, que conseguiu “domar” um elenco cheio de estrelas, como Leonardo diCaprio, Matt Damon e Alec Baldwin. Para esse filme, como parte da pesquisa de seu personagem, Matt Damon trabalhou durante algum tempo na estação policial de Massachusetts.</p>
<p>Em entrevista, Gabriel Vieira Noronha, estudante de Ciências Sociais, que viu o filme na estréia, disse que o que mais chamou a sua atenção foi a diferença de atitude que os dois personagens infiltrados assumiam sob situações similares. Os efeitos especiais dos tiros também foram apontados por ele como fator diferencial do filme.</p>
<p>Se você quer obter mais informações sobre o filme, acesse esse <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/infiltrados/infiltrados.asp">link</a>.</p>
<p>escrito por André Luiz Martins de Mesquita</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/cutucacultura.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/cutucacultura.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cutucacultura.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cutucacultura.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cutucacultura.wordpress.com&amp;blog=480615&amp;post=35&amp;subd=cutucacultura&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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